Pular para o conteúdo principal

Entrevista com Juliano Mascarenhas

Por Phael Fernandes

Foto: Acervo Pessoal


“A produção acadêmica tem papel fundamental na revelação de talentos”, afirma o professor Juliano Mascarenhas.

    Juliano Mascarenhas possui graduação em Publicidade e Propaganda com Ênfase em MARKETING pela União Metropolitana de Educação e Cultura (2006), Especialista em Docência do Ensino Superior pela FTC e Titulado em Mestrado em Direção Estratégica de Marketing, pela Universidade Europeia Miguel de Cervantes e Universidade Internacional Iberoamericana. Atualmente é professor auxiliar da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

1- Estamos em sua sexta edição e já podemos dizer que o prêmio é uma tradição. Por que aceitou o convite para participar do evento?

    Sempre que um evento permanece em um calendário por seis anos, temos que encarar como tradição. Ainda mais quando se refere a um evento com a qualidade do Montezuma. Aceitei o convite por encarar como uma honra esta participação, além de idealizadores serem pessoas que têm meu respeito e admiração. Quando falamos em eventos dessa categoria, é sempre satisfatório estar participando.

2- Você estreia fazendo parte do júri. Qual a expectativa em ser jurado do prêmio?

    Me sinto orgulhoso por ser um evento ligado à UFRB. Conheço os professores e alunos do curso e aguardo ser surpreendido em todas as categorias, por conta desta qualidade.

3- O principal objetivo do evento é incentivar as produções feitas pelos discentes de comunicação. O que pensa dessa iniciativa?

    Creio que este seja um dos eventos mais importantes, se não o mais, neste sentido. A produção acadêmica tem papel fundamental na revelação de talentos.

4- Desde a criação do prêmio, é a primeira vez que curso de Publicidade e Propaganda participa do evento. É interessante a interação do curso de jornalismo com o de publicidade e propaganda?

    Muito importante e cabal para desenvolvimento de atividades como o Montezuma. Quando juntas, as duas áreas da comunicação trazem muitas possibilidades, além de serem complementares. O jornalismo não se banca e a publicidade não possui ampla atratividade sem o jornalismo.

5- Qual a importância do prêmio para os cursos de comunicação?

    O incentivo para os discentes produzirem mais e com maior dedicação e para os docentes criarem mais atividades de extensão.

6- De maneira geral, o que o jurado Juliano espera ver?

    A realização de todo esforço dos professores em disseminar o conhecimento e dos alunos em demonstrar a compreensão. Acho que esta combinação renderá ótimos trabalhos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Moda ou antimoda? 50 anos da Tropicália

Por: Gabriella Freitas, Janeise Santos e Bruno Brito A música brasileira pós-Bossa Nova e a “definição musical” no País estavam cada vez mais dominadas pelas posições tradicionais ou nacionalistas de movimentos ligados à esquerda, e no quesito moda, o que estava em vigor na década de 1960, era um vestuário amarrado a formas retilíneas, tons pastéis e uma cartela de cores nem um pouco ousada. Contra essas tendências, um grupo baiano e seus colaboradores procuraram universalizar a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica. Aliado a essa nova experiência musical, os tropicalistas, como passaram a ser chamados, chocavam ao público com suas apresentações de grande apelo visual. É, que, além de transmitir a mensagem por suas letras e melodias irreverentes, os artistas tinham como intenção, desconstruir o conceito estético do belo e adotar a roupa como um prolongamento do corpo, sendo esse, um dos principais element...

Indicados Jornalismo Impresso

Ativistas contrários à vacinação contribuem para o avanço de doenças no Brasil – Rebeca Falcão Eu tive infância aqui, boas lembranças - Iago Aragão População reclama do valor da taxa de esgoto em Cachoeira – Iago Aragão Recuo da feira livre de São Félix - Matheus Ruffino Violência obstétrica no Brasil - Rebeca Mota